Camutás x Urumajó (Trecho 6 | Trilha Amazônia Atlântica)

Sobre o trilho

  • Dificuldade:Moderado
  • Extensão:81.1 km

Este troço da Trilha Amazônia Atlântica abrange o percurso desde o município de Bragança até ao município de Augusto Corrêa, passando por antigos caminhos cobertos de vegetação cerrada e por estradas de terra que ligam as diversas vilas locais. A mais antiga delas, a Vila Que Era, é conhecida pela sua cerâmica tradicional, enquanto o Treme e Caratateua são alguns dos portos que mais caranguejos recebem na região. Por diversas vezes ao longo do troço, irá passar junto aos importantes mangais, que formam a maior faixa contínua preservada deste ecossistema no planeta. Estes mangais estendem-se desde o estado do Maranhão até ao estado do Amapá. O troço, rico em biodiversidade e cultura, inclui igarapés e rios; uma avifauna diversificada; áreas protegidas - a Reserva Extrativista Marinha Caeté-Taperaçu e a Reserva Extrativista Marinha Araí-Peroba; o Território Quilombola América, com o seu tradicional café quilombola; a Praia de Ajuruteua; a cidade histórica de Bragança e; a culinária regional, produto do extrativismo do turu e do caranguejo e da pesca artesanal. Em Nova Olinda, no município de Augusto Corrêa, há a oportunidade de pernoitar no mangal e saborear o famoso "avoado de ostra". Neste prato, os mariscos, acabados de apanhar e fresquíssimos, são assados na brasa, o que proporciona uma degustação gastronómica única. Além disso, na Praia de Perimirim, localizada a 10 km da Trilha, é possível viver uma experiência inesquecível: observar a interação entre os botos e os pescadores.

Mapa

Atrações que o trilho oferece

Turismo Comunitário
Fauna
Flora
Avifauna
Igarapé
Miradouro

O que ver no trilho

Camutás x Urumajó (Trecho 6 | Trilha Amazônia Atlântica) é um troço do seguinte Percurso de Longo Curso

Avaliações

5 média de 2 avaliações

  • Adir Neuburger

  • Wal Monteiro

    Um dos melhores trechos da Trilha Amazônia Atlântica. Esse percurso propociona ao ciclista várias experiências incríveis. A vegetação dessa região é um espectáculo à parte. Além do contato com o bioma amazônico, rios, igarapés, campos alagados, manguezais, esse trecho nos permite passar por comunidades extrativistas, ribeirinhas, comunidades agropesqueiras, quilombo, casas de farinha, orlas. E assim segue até o último trecho Urumajó/Serra do Piriá. Esse um encanto à parte.

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